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Táxi trancoso, transfer e traslado. Trancoso é um distrito do município brasileiro de Porto Seguro, no litoral do estado da Bahia.
Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população no ano de 2010 era de 11 006 habitantes, sendo 5 604 homens e 5 402 mulheres, possuindo um total de 4 816 domicílios particulares.
Em Trancoso, a principal atividade econômica é o turismo. Segundo o capitão-de-mar-e-guerra Max Justo Guedes, do Serviço de Documentação da Marinha, foi no Rio dos Frades, em Trancoso, que a esquadra de Pedro Álvares Cabral desembarcou em 22 de Abril de 1500, tomando posse do Brasil em nome de Portugal.
O povoado de Trancoso origina-se de uma aldeia jesuíta denominada São João Baptista dos índios, fundada em 1586. O povoado permaneceu desconhecido nacionalmente até ser descoberto no fim dos anos 1970 por ‘hippies’. Na época, era só um conjunto de casas dispostas ao redor de um grande gramado (o chamado "Quadrado"), com uma igreja ao fundo, de onde se tinha uma visão panorâmica do mar. Hoje, esse espaço é Praça São João, no Centro Histórico da cidade. A partir da década de 1990, com o incremento do turismo no estado e a construção de estradas e aeroportos, o potencial turístico da região sofreu um crescimento vertiginoso Turismo Em Trancoso, a principal atividade econômica é o turismo.
No dia 20 de Janeiro de cada ano, é celebrada a Festa de São Sebastião, muito popular, onde toda a população nativa, além de turistas, participam. No dia da festa, os homens transportam um mastro de madeira com pelo menos dez metros de altura, encimado com a bandeira de São Sebastião, substituindo a do ano anterior.
Quadrado é a imagem que melhor resume Trancoso. O grande gramado cercado por lindas casinhas coloridas dá o tom do lugar, que lembra um pacato vilarejo de interior. Na ponta, de costas para o mar e para as falésias em tons de rosa, a Igrejinha de São João Batista estimula os sonhos de quem busca um lugar especial para fazer os votos de casamento ou simplesmente um cenário bucólico para fotos inesquecíveis. O trânsito de turistas é frequente no Quadrado.
Em meio ao baba (como é chamada a pelada de futebol pelos baianos), viajantes disputam o melhor ângulo para um registo perfeito daquela paisagem intocável. Cair de amores pelo Quadrado é comum, especialmente depois do anoitecer, quando os charmosos restaurantes sob as árvores ganham luz especial e se tornam perfeitos para um jantar romântico.
Difícil resistir às mesinhas delicadamente decoradas, sempre com motivos naturais ou que lembram Trancoso. Dá vontade de sentar e nunca mais levantar. Ponto mais valorizado de Trancoso, quadrado agrada pela beleza, mas causa espanto quando a questão são os valores astronómicos praticados por restaurantes e pousadas da área. Estar no Quadrado é estar no centro dos acontecimentos, e isso tem um custo alto. 

O contista Gonçalo Fernandes Trancoso, considerado um dos primeiros contistas da língua portuguesa, escreveu os Contos & Histórias de Proveito & Exemplo (1575). Este livro foi editado também no Brasil e está na origem de uma expressão brasileira para designar uma série de contos infantis e, de um modo geral, a literatura fantástica de tradição popular.

Alguns exemplos da presença da expressão no Brasil:

"Nossa cultura é muito rica em demasiadas histórias, das mais diversas as mais absurdas. As regiões brasileiras contam com imenso acervo de lendas, costumes, causos, folclores, histórias populares, de trancoso (ou troncoso) etc. Os nossos avós e pais cresceram ouvindo esses mitos, repassando para a gente como forma de nos intimidar e colocar regras, principalmente nos mais traquina".

"As histórias de Trancoso são uma tradição popular que permanece viva até os dias de hoje na região do Cariri. Isabel Maria é uma contadora de histórias da cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, que resgata os contos e histórias de antigamente".

A única cópia da primeira edição do livro de Gonçalo Fernandes Trancoso encontra-se em Washington, DC:

"A primeira edição dos Contos & Histórias de Proveito & Exemplo data do ano de 1575, altura em que foram impressos por António Gonçalves. O texto foi adquirido no ano de 1923 pelo historiador e diplomata brasileiro Manuel de Oliveira Lima. Falecendo em 1928, nos E.U.A., terá legado este volume juntamente com a sua biblioteca, à biblioteca da Universidade Católica da América, a qual integra atualmente a Biblioteca Oliveira Lima, em Washington, DC (DUARTE, 2008: 97-98)".

No começo do século XX, em 1921, Agostinho de Campos reeditou o livro das Histórias de Trancoso, denominando-as "Antologia Portuguesa". Mais recentemente, em 1982, Irene Avilez Teixeira, uma antiga professora primária, legou para a posterioridade um livro intitulado Trancoso - Terra de Sonho e Maravilha, que pode ser considerado uma versão contemporânea dos contos de Trancoso. Esta tradição, por assim dizer, ainda está de algum modo patente na recente apresentação da peça O Segredo da Arca de Trancoso, de Luiz Felipe Botelho, no Teatro Nacional D. Maria II.

Um exemplo típico do que poderia ser uma verdadeira História de Trancoso:

"Iniciou-se então a exploração até à estação de Mondim da Beira em 1910; de Mondim da Beira até Moimenta da Beira, via Salzedas em 1912; de Moimenta da Beira a Ponte do Abade em 1913, via Arcozelos, Faia e Vila da Ponte; de Ponte do Abade a Trancoso em 1915; e de Trancoso a Celorico da Beira em 1916, via Chafariz dos Ventos e Frexes (cf. Linha Férrea Entre-Douro e Beira".
 

D. Pedro Afonso Viegas nascido em 1130 e neto de D. Egas Moniz foi Tenente na localidade de Trancoso em 1184 e na localidade de Neiva em 1187. Pedro Viegas era possuidor de extensos domínios ao Sul do rio Douro.

Naquele tempo de guerras e vida atribulada era o noivo quem dava o dote à noiva, como garantia de segurança, em caso de morte. Foi assim que D. Urraca, filha do rei D. Afonso Henriques e dos seus amores com D. Elvira Gualter recebeu muitos terrenos com a morte do marido. Essas terras, atualmente, pertencem ao município da Mêda e continuam conhecidos por Terras de D. Urraca.

As condições climáticas e a situação na transição do granito para o xisto, permitiram que nessas terras se produzisse um vinho famoso, que se destaca pelas suas qualidades. 

O único centro ferroviário do município fica em Vila Franca das Naves, na linha da Beira Alta. Desse modo, por essa mesma linha, é possível, por um lado, em direção ao litoral, viajar de comboio entre Trancoso, Coimbra e Lisboa, e por outro, na direção da fronteira, a cidade é ligada à Guarda, a Salamanca e Madrid, existindo ainda uma ligação até Paris através do Sud Expresso. Além disso, a cidade de Trancoso fica perto doutras estações importantes na referida linha da Beira Alta e na linha do Douro.

Esteve projetada uma ligação entre as linhas do Douro e da Beira Alta, tendo sido construída uma ponte no Peso da Régua. Infelizmente, tal linha ainda não foi realizada, facto este que contribui para que toda a região estivesse privada das necessárias ligações ao resto do país e ao estrangeiro por via férrea. A recente conclusão da auto-estrada que liga Trancoso à A25 veio mitigar as deficiências existentes nas vias de comunicação, mas a situação está longe de ser resolvida.

Relativamente aos sectores de atividade, os empregos ligados ao sector terciário representam 64,5% do total da população empregada do município, tendência que se mantêm ao nível distrital e nacional.

A forte representatividade do setor terciário face ao setor primário, justifica-se em grande medida pela debilidade que do setor primário atravessa, justificada, entre outros aspetos, pela dificuldade em tornar a agricultura numa atividade económica rentável, já que a atividade agrícola é encarada não como fonte de rendimento, mas como ocupação parcial, maioritariamente com carácter familiar e para consumo próprio.

O município de Trancoso caracteriza-se por ser um dos maiores produtores de castanha, atividade agrícola que tem grande peso na economia das populações. O castanheiro faz parte da paisagem trancosense. Tradicionalmente é uma região de referência na produção de castanha e madeira de castanheiro. Para o futuro, a Câmara Municipal tem apoiado alguns jovens empresários com projetos novos, sobretudo na área dos castanheiros, pecuária e queijarias.

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